terça-feira, 15 de dezembro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Eu Sou o Que Leio
procurava-se demontrar que todos nós somos influenciaveis e susceptiveis de modulação, quer seja pelas pessoas com quem convivemos, quer seja pelas experiencias que atravessamos na vida, quer seja pelos livros que se lê.
estou a ler "quando tudo se desmorona", um relato impressionate das culturas africanas e a influencia das missões, pelos olhos de um nativo.
em mente tenho o novo do Dan Brown, embora sinta que começa a ser literatura enlatada e escrita a metro. vamos ver ...
Tambem vou comprar "confesso que vivi", do autor de "100 anos de solidão".
Como "Somos (tambem) o que lemos", espero que me enriqueça e me molde ...
Lê ? (tirando os jornais gratuitos e as publicidades da caixa de correio)
Incentiva os seus pequenotes a Ler ?
2009.09.17
Pedro
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Problemas
Você não pode evitar que os problemas batam à sua porta, mas não há necessidade de oferecer-lhes uma cadeira" (Joseph Joubert)
O que nos rouba dos nossos queridos …
Desde sempre, o homem possui o instinto de agradar aos seus superiores.
Porque isso pode dar reconhecimento de mérito, logo algum poder, dinheiro ou status acrescido. Por sua vez isso ajudará a construir um ego mais forte, uma carteira mais recheada e eventualmente o acesso (genericamente comprando) a um conjunto de coisas que de outra forma não teríamos, recompensando-nos assim pelos "sucessos" alcançados.
Em muitos locais de trabalho, vivesse uma verdadeira politica de selvajaria, de domínio déspota ou pior míope do superior sobre o funcionário. Neste sentido, enviaram-me o outro dia um artigo da Isabel Stilwell (que traduzido será qualquer coisa como "AINDA BEM" – não resisti) no destak, onde reflectia um pouco sobre este tipo de questão.
Deixo-vos o recorte de jornal. Espero que após o ler possam dizer: ainda bem, ou melhor
Bravo StilWell
2009-07.01
Pedro
terça-feira, 9 de junho de 2009
A Equipa que preferiu morrer
Quando um ideal está acima de cada um de nós:
A história do futebol mundial inclui milhares de episódios emocionantes e comovedores, mas seguramente nenhum seja tão terrível como o protagonizado pelos jogadores do Dinamo de Kiev nos anos 40. Os jogadores jogaram uma partida sabendo que se ganhassem seriam assassinados e, no entanto, decidiram ganhar. Na morte deram uma lição de coragem, de vida e honra, que não encontra, por seu dramatismo, outro caso similar no mundo.
Para compreender sua decisão, é necessário conhecer como chegaram a jogar aquela decisiva partida, e por que um simples encontro de futebol apresentou para eles o momento crucial de suas vidas.
Tudo começou em 19 de Setembro de 1941, quando a cidade de Kiev (capital ucraniana) foi ocupada pelo exército nazista, e os homens de Hitler aplicaram um regime de castigo impiedoso e arrasaram com tudo. A cidade converteu-se num inferno controlado pelos nazis, e durante os meses seguintes chegaram centenas de prisioneiros de guerra, que não tinham permissão para trabalhar nem viver nas casas, assim todos vagavam pelas ruas na mais absoluta indigência. Entre aqueles soldados doentes e desnutridos, estava Nikolai Trusevich, que tinha sido guarda-redes do Dínamo de Moscovo.
Josef Kordik, um padeiro alemão a quem os nazis não perseguiam, precisamente por sua origem, era torcedor fanático do Dínamo de Moscovo. Num dia caminhava pela rua quando, surpreso, olhou um mendigo e de imediato se deu conta de que era seu ídolo: o gigante Trusevich.
Ainda que fosse ilegal, mediante artimanhas, o comerciante alemão enganou aos nazis e contratou o guarda-redes para que trabalhasse em sua padaria. Sua ânsia por ajudá-lo foi valorizado pelo guarda-redes, que agradecia a possibilidade de se alimentar e dormir debaixo de um teto. Ao mesmo tempo, Kordik emocionava-se por ter feito amizade com a estrela de sua equipe.
Na convivência, as conversas sempre giravam em torno do futebol e do Dínamo de Moscovo, até que o padeiro teve uma ideia genial: encomendou a Trusevich que em lugar de trabalhar como ele, amassando pães, se dedicasse a buscar o resto de seus colegas. Não só continuaria lhe pagando, senão que juntos podiam salvar os outros jogadores.
O guarda-redes percorreu o que restara da cidade devastada dia e noite, e entre feridos e mendigos foi descobrindo, um a um, a seus amigos do Dínamo de Moscovo. Kordik deu trabalho a todos, se esforçando para que ninguém descobrisse a manobra. Trusevich encontrou também alguns rivais do campeonato russo, três jogadores da Lokomotiv de Moscovo, e também os resgatou. Em poucas semanas, a padaria escondia entre seus empregados uma equipe completa.
Reunidos pelo padeiro, os jogadores não demoraram em dar o seguinte passo, e decidiram, alentados pelo seu protector, voltar a jogar. Era, além de escapar dos nazis, a única que bem sabiam fazer. Muitos tinham perdido suas famílias nas mãos do exército de Hitler, e o futebol era a última sombra mantida de suas vidas anteriores.
Como o Dínamo de Moscovo estava enclausurado e proibido, deram um novo nome para aquela equipe. Assim nasceu o FC Start, que através de contactos alemães começou a desafiar a equipes de soldados inimigos e seleções formadas no III Reich.
Em sete de junho de 1942, jogaram sua primeira partida. Apesar de estarem famintos e cansados por terem trabalhado toda a noite, venceram por 7 a 2. Seu seguinte rival foi a equipe de uma guarnição húngara, ganharam de 6 a 2. Depois meteram 11 gols numa equipa romena. A coisa ficou séria quando em 17 de Julho, enfrentaram uma equipe do exército alemão e golearam por 6 a 2. Muitos nazis começaram a ficar chateados pela crescente fama do grupo de empregados da padaria e buscaram uma equipe melhor para ganhar deles. Trouxeram da Hungria o MSG com a missão de derrotá-los, mas o FC Start goleou mais uma vez por 5 a 1, e mais tar de, ganhou de 3 a 2 na revanche.
Em seis de Agosto, convencidos de sua superioridade, os alemães prepararam uma equipe com membros da Luftwaffe, o Flakelf, que era uma grande equipa, utilizado como instrumento de propaganda de Hitler. Os nazis tinham resolvido buscar o melhor rival possível para acabar com o FC Start, que já gozava de enorme popularidade entre o sofrido povo refém dos nazis. A surpresa foi grande, porque apesar da violência e falta de desportivismo dos alemães, o Start venceu por 5 a 1.
Depois dessa escandalosa queda da equipa de Hitler, os alemães descobriram a manobra do padeiro. Assim, de Berlim chegou uma ordem de acabar com todos eles, inclusive com o padeiro, mas os hierarcas nazis locais não se contentaram com isso. Não queriam que a última imagem dos russos fosse uma vitória, porque acreditavam que se fossem simplesmente assassinados não fariam nada mais que perpetuar a derrota alemã.
A superioridade da raça ariana, em particular no desporto, era uma obsessão para Hitler e os altos comandos. Por essa razão, antes de fuzilá-los, queriam derrotar a equipa num jogo.
Com um clima tremendo de pressão e ameaças por todas as partes, anunciou-se a vingança para 9 de Agosto, no repleto estádio Zenit. Antes do jogo, um oficial da SS entrou no vestiário e disse em russo:
- "Vou ser o juiz do jogo, respeitem as regras e saúdem com o braço levantado", exigindo que eles fizessem a saudação nazista.
Já no campo, os jogadores do Start (camisa vermelha e calção branco) levantaram o braço, mas no momento da saudação, levaram a mão ao peito e no lugar de dizer: - "Heil Hitler!", gritaram - "Fizculthura!", uma expressão soviética que proclamava a cultura física.
Os alemães (camisa branca e calção negro) marcaram o primeiro golo, mas o Start chegou ao intervalo do segundo tempo ganhando por 2 a 1.
Receberam novas visitas ao vestiário, desta vez com armas e advertências claras e concretas:
"Se vocês ganharem, não sai ninguém vivo". Ameaçou um outro oficial da SS. Os jogadores ficaram com muito medo e até propuseram-se a não voltar para o segundo tempo. Mas pensaram em suas famílias, nos crimes que foram cometidos, na gente sofrida que nas arquibancadas gritava desesperadamente por eles e decidiram, sim, jogar.
Deram um verdadeiro baile nos nazis. E no final da partida, quando ganhavam por 5 a 3, o atacante Klimenko ficou cara a cara com o guarda-redes alemão. Deu lhe um drible deixando o coitado estatelado no chão e ao ficar em frente a trave, quando todos esperavam o gol, deu meia volta e chutou a bola para o centro do campo. Foi um gesto de desprezo, de deboche, de superioridade total. O estádio veio abaixo.
Como toda Kiev poderia a vir falar da façanha, os nazis deixaram que saíssem do campo como se nada tivesse ocorrido. Inclusive o Start jogou dias depois e goleou o
Rukh por 8 a 0. Mas o final já estava traçado: depois dessa última partida, a Gestapo visitou a padaria.
O primeiro a morrer torturado em frente a todos os outros foi Kordik, o padeiro. Os demais presos foram enviados para os campos de concentração de Siretz. Ali mataram brutalmente a Kuzmenko, Klimenko e o guarda-redes Trusevich, que morreu vestido com a camiseta do FC Start. Goncharenko e Sviridovsky, que não estavam na padaria naquele dia, foram os únicos que sobreviveram, escondidos, até a libertação de Kiev em Novembro de 1943. O resto da equipe foi torturada até a morte.
Ainda hoje, os possuidores de entradas daquela partida têm direito a um assento gratuito no estádio do Dínamo de Kiev. Nas escadarias do clube, custodiado em forma permanente, conserva-se actualmente um monumento que saúda e recorda àqueles heróis do FC Start, os indomáveis prisioneiros de guerra do Exército Vermelho aos quais ninguém pôde derrotar durante uma dezena de históricas partidas, entre 1941 e 1942.
Foram todos mortos entre torturas e fuzilamentos, mas há uma lembrança, uma fotografia que, para os torcedores do Dínamo, vale mais que todas as jóias em conjunto do Kremlin. Ali figuram os nomes dos jogadores. Abaixo a única foto que se conserva da heróica equipa do Dínamo de Moscovo e o nome de seus jogadores.
Pedro
2009.06.09
terça-feira, 12 de maio de 2009
A Executiva, a lição
Se alguém se der ao trabalho de ler o meu post sobre "A executiva", que não é mais que um plágio grosseiro de uma revista de gestão conhecidíssima como é a revista Exame.
Aliás, confesso que nem sequer tive a decência de a ler, apenas executei uma tarefa banal e para a qual nem é necessário ter QI como é um erudito Copy Paste a partir de um mail que alguém muito mais capaZ e sabedor teve a bondade de me enviar.
Porque digo isto?
Porque me irrita sobremaneira que na sociedade actual sejamos doutrinados para ter de ser os melhores.
O que é que vos soa melhor?
O meu filho teve boas notas
Ou
O meu filho faz parte do quadro de honra na escola dele
Percebem?
Irritantemente encorajamos a competição e não a excelência
"Em terra de cegos, quem tem um olho é Rei" parece ser o estúpido lema.
Que tal propormos aos nossos miúdos que a sua actuação seja norteada por princípios de verdadeira excelência da solidariedade e da entreajuda, da preocupação de sermos melhores mas não forçosamente os melhores.
Que tal explicarmos que a felicidade se escreve com tempo, com atenção, com palavra, com honra, com dignidade, com apoio e nunca, mas nunca mesmo poderá ser escrita no papel do orgulho, da hipocrisia, ou da indiferença para com o nosso semelhante.
Não coloquemos os nossos miúdos sob uma pressão tal que os impede de viver a sua meninice, de rir, de brincar, de sonhar, e de simplesmente não fazerem nada de quando em vez, porque a vida é muito boa quando vivida assim.
Pedro
2009.05.12
A Executiva
Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no
peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou-se. Quando voltou a
abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas
vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem
entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida
abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar com urgência para o meu escritório,
porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida
para cá por engano, porque meu convénio médico é classe A, e isto aqui
está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?...
- É.
- Tipo assim... o céu, CÉU...! Aquele com querubins voando e coisas do género?
- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.
Apesar das óbvias evidências (nenhuma poluição, todo mundo sorrindo,
ninguém usando telemóvel), a executiva bem-sucedida custou um pouco a
admitir que havia mesmo "apitado na curva".
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das
infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação
era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber
o bónus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição
de presidente do conselho de administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu: - Talvez seja melhor você
conversar com Pedro, o encarregado.
- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (...)
- Pois não?
A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente,
imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o
próprio Pedro.
Mas a executiva tinha feito um curso intensivo de approach para
situações inesperadas e reagiu rápido:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?
- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima
autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em
modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante
currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma
posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro , se você me permite, eu gostaria de lhe fazer
uma proposta. Basta olhar para esse povo todo, só na conversa e
andando à toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes
oportunidades para fazer um upgrade na produtividade sistémica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia de processos. Por
exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem
é quem aqui, e quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Entendeu o meu ponto de vista? Sem controle, há dispersão. E
dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar numa
anarquia. Mas nós dois podemos resolver tudo isso implementando um
simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um
organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de
perfis psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???...!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultora especializada para nos ajudar a
definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas
factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do
investimento do Grande Accionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Óptimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing
progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de
procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de
produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico,
por exemplo, parece-me extremamente atractivo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear
um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é
claro. Coisa assim de salário anual de seis dígitos e todos os fringe
benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para
colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O
desafio que temos pela frente vai resultar num Turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que você terá um futuro brilhante.... se for
trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever,
exactamente, como funciona o Inferno...
Max Gehringer in (Revista Exame)
domingo, 22 de março de 2009
De volta …
Sabem, não tenho tido muito tempo.
Apesar do contra censo que esta afirmação é em si, acreditem que não tenho tido muito tempo.
Para alem do trabalho, também a saúde não tem ajudado.
Para superarmos os baixios da nossa vida e conseguirmos estar de volta ao nosso melhor, nada melhor que reflectirmos sobre o que verdadeiramente somos.
Deixo-vos alguns pensamentos sábios de Mahatma Gandi
Ajuda-me a dizer a palavra da verdade na cara dos fortes, e a não mentir para obter o aplauso dos débeis.
Se me dás dinheiro, não tomes a minha felicidade, e se me dás forças, não tires o meu raciocínio.
Se me dás êxito, não me tires a humildade se me dás humildade, não tires a minha dignidade.
Ajuda-me a conhecer a outra face da realidade, e não me deixes acusar os meus adversários, apodando-os de traidores, porque não partilham o meu critério.
Ensina-me a amar os outros como me amo a mim mesmo, e a julgar-me como o faço com os outros.
Não me deixes embriagar com o êxito, quando o consigo, nem a desesperar, se fracasso. Sobretudo, faz-me sempre recordar que o fracasso é a prova que antecede o êxito.
Ensina-me que a tolerância é o mais alto grau da força e que o desejo de vingança é a primeira manifestação da debilidade.
Se me despojas do dinheiro, deixa-me a esperança, e se me despojas do êxito, deixa-me a força de vontade para poder vencer o fracasso.
Se me despojas do dom da saúde deixa-me a graça da fé.
Se causo dano a alguém, dá-me a força da desculpa, e se alguém me causa dano, dá-me a força do perdão e da clemência
Se não esgotam o que podemos aprender dos outros, pode pelo menos nos ajudar a ser melhores uns para com os outros.
Como Jesus Cristo disse: faz aos outros o que esperas que eles te façam a ti.
Juntos, construamos um mundo melhor.
É bom estar de volta
Pedro
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
O Dinheiro Não é Tudo
Com Dinheiro pode-se comprar uma casa, mas não um lar.
Com Dinheiro pode-se comprar uma cama, mas não o sono.
Com Dinheiro pode-se comprar um relógio, mas não o tempo.
Com Dinheiro pode-se comprar um livro, mas não o conhecimento.
Com Dinheiro pode-se comprar comida, mas não o apetite.
Com Dinheiro pode-se comprar posição, mas não respeito.
Com Dinheiro pode-se comprar sangue, mas não a vida.
Com Dinheiro pode-se comprar remédios, mas não a saúde.
Com Dinheiro pode-se comprar sexo, mas não o amor.
Com Dinheiro pode-se comprar pessoas, mas não amigos.
Autor desconhecido
Alguns primeiro perdem a saúde a tentar ganhar dinheiro
Depois perdem o dinheiro a tentar recuperar a saúde
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Vigilância
Vigie suas palavras, porque elas se tornarão atos;
Vigie seus atos, porque eles se tornarão seus hábitos;
Vigie seus hábitos, porque eles se tornarão seu caráter.

